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Empresas perdem bilhões por não terem apps acessíveis a PCDs

Mais de 17 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência com níveis mais altos de acometimento, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em agosto. Ainda assim, muitas empresas ignoram a importância da acessibilidade no desenvolvimento de seus aplicativos móveis. Com isso, deixam de ser inclusivas e ainda perdem receitas. “A maior parte das empresas encara a acessibilidade apenas como regulação, uma obrigação legal. Se levarmos em consideração os dados do recorte feito no público PCD a partir de 2019, as empresas estão perdendo um mercado em potencial, estimado em 80 bilhões por ano, quando deixam de desenvolver aplicativos acessíveis a esse público”, comenta Marcelo Mazzini Coelho Teixeira, Head de Design da keeggo, parceira de empresas e startups na transformação digital das organizações. A empresa cria recursos de assistência para que as pessoas com deficiência possam se beneficiar da tecnologia moderna em todo o seu potencial.

Além de fazer sua parte pela acessibilidade, Mazzini ressalta que as empresas podem expandir sua base de usuários sendo mais inclusivas. “Do ponto de vista dos negócios, faz todo o sentido tentar alcançar esses milhões de usuários adicionais. Além disso, as instituições governamentais estão sendo mais rígidas com a aplicação das leis e regulamentos que exigem acesso igual para todos. É um caminho sem volta e isso é muito positivo para a sociedade”.

Maior funcionalidade na navegação e nas relações – Os aplicativos móveis desempenham um papel importante no cotidiano das pessoas e também na relação das empresas com seus públicos. Por isso, ao desenvolver um app, é necessário levar em consideração que aproximadamente 1 em cada 4 usuários no Brasil pode não ter o mesmo grau de acessibilidade. “Dentro do nosso time, chamamos a atenção dos desenvolvedores para a necessidade de criar aplicativos mais funcionais para usuários com deficiência e melhorar os já existentes no mercado em função de necessidades específicas. Nosso time conta com designers e QAs que vivem esses problemas no dia a dia por serem pessoas com deficiência. Isso nos ajuda a ter uma perspectiva diferente sobre o tema”, relata Mazzini.

Jefté de Assumpção, pesquisador de UX da keeggo, lembra que os conceitos básicos de acessibilidade se aplicam a todas as plataformas móveis. “A interface do usuário e as opções de design devem tornar o produto final acessível a todos. Os recursos para atender essa demanda são abundantes e evoluíram muito nos últimos anos. Com a acessibilidade em mente, é possível melhorar drasticamente a experiência do usuário, além de maximizar a receita das empresas que investem para atender esse público”.

O pesquisador aponta que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que a acessibilidade seja uma realidade mais concreta, quando se trata de tecnologia móvel. “A keeggo está desempenhando um papel de liderança no processamento de grandes mudanças na maneira como as pessoas percebem a acessibilidade e incorporou recursos de assistência para que as pessoas com deficiência possam se beneficiar da tecnologia moderna em todo o seu potencial. Como uma empresa de consultoria tecnológica, já conseguimos muitos avanços na transformação digital das organizações, mas ainda temos um longo caminho a percorrer”.

TIME

Jogador

Classificação
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AUSTRÁLIA

Jogador

Classificação
Funcional

 

 

ARGENTINA

Jogador

Classificação
Funcional

Facundo Costanzo

Fernando Nicolas Gomez

Luis Fernando Cañumil

Matias Ezequiel Cardozo

Roberto Lautaro Fernandez

Rodrigo Sebastian Zambrano

1.0

2.0

2.0

2.0

2.0

3.0

 

PARAGUAI

Jogador

Classificação
Funcional

Cesar Luis Campos Cervera Sánchez

Dionisio Manuel Díaz Martínez

Emilio Luis Fernando Fleitas Ocampos

Francisco Villalba

Gustavo Javier Gimenez Pereira

Marco Alejandro Almirón Vargas

Ricardo Andrés Moras Pitta

Victor Daniel Dacak Colmán

Willians Santacruz López

2.0

2.0

0.5

3.0

2.0

1.5

2.0

2.0

1.0

CHILE

Jogador

Classificação
Funcional

Carlos Nicolas Muñoz Soto

Christian Rolando Madariaga Dallez

Christopher Sebastian Duran Urrutia

Cristopher Fabian Flores Galdames

Diego Alonso Romero Pineda

Jenny Carolina Barraza Jara

Jonatan Leonardo Alarcon Cruces

Jonathan Halin Flores Galdames

Luciano Andres Benitez Lopez

Miguel Angel Riquelme Mora

Piero Gianino Arevalo Baez

Ricardo Andres Diaz Flores

2.0

3.5

N

2.0

3.0

2.5

N

1.5

0.5

2.0

0.5

1.5

 

COLOMBIA

Jogador

Classificação
Funcional

Brayan Leonardo Tovar Gil

Carlos Armando Neme Montoya

Christian Camilo Ordoñez Olave

Jhon Maurico Orozco Nuñez

Johan Santiago Villamizar Rueda

Julian Vargas Lopez

Manuel Arturo Mongua Silva

Marbyn Perdomo Rodriguez

Uriel Albeiro Rodriguez Diaz

Yeny Paola Martinez Salas

2.0

1.5

3.5

3.5

2.0

2.0

0.5

2.0

1.5

2.0

 

PERU

Jogador

Classificação
Funcional

Alfredo Poemape Vargas

Carlos Avila Bocanegra

Cristian Gonzalez Rodríguez

Derwin Efrin Alvarado Huinga

Fredy González Rodríguez

Jhonatan Ricardo Conto Mendoza

Jose Manuel  Silva Diaz

Pablo Reyna Bernales

1.0

2.5

3.0

2.5

3.0

0.5

2.0

0.5

 

CANADÁ

JogadorClassificação
Funcional

 

 

EUA

Jogador

Classificação
Funcional

 

 

JAPÃO

Jogador

Classificação
Funcional

 

 

Grã-Bretanha

JogadorClassificação
Funcional
  

DINAMARCA

Jogador Classificação Funcional
   

ALEMANHA

Jogador

Classificação
Funcional

 

 

FRANÇA

Jogador Classificação Funcional
   

COLOMBIA

Jogador

Classificação
Funcional

Brayan Leonardo Tovar Gil

Carlos Armando Neme Montoya

Christian Camilo Ordoñez Olave

Jhon Maurico Orozco Nuñez

Johan Santiago Villamizar Rueda

Julian Vargas Lopez

Manuel Arturo Mongua Silva

Marbyn Perdomo Rodriguez

Uriel Albeiro Rodriguez Diaz

Yeny Paola Martinez Salas

2.0

1.5

3.5

3.5

2.0

2.0

0.5

2.0

1.5

2.0

BRASIL

Jogador

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Funcional